Famosos Inesquecíveis: Ainda Entre Nós e Vivendo Grandes Momentos
Paula Lavigne – 1969 – Rio de Janeiro
Quem diria que Paula Lavigne, ns telinhas nos anos dourados da novela “Brega & Chique” e do cinema com “Lisbela e o Prisioneiro”, trocaria os holofotes pela cadeira de produtora? Sim, essa virada de mesa não é plot de novela, é a vida real! De atriz a empresária de sucesso, Paula não só produziu espetáculos para o seu grande amor, Caetano Veloso, mas também nos presenteou com o documentário “Narciso em Férias” em 2020. E tudo isso disponível na GloboPlay, para nossa alegria!
Agora, longe das câmeras, mas nunca dos nossos corações, Paula Lavigne segue fazendo arte acontecer. E enquanto ela cria, nós nos deliciamos com suas produções, perguntando-nos: o que será que vem por aí? Com Paula, é claro, podemos esperar tudo, exceto o óbvio!
Lídia Brondi – 1960 – Campinas
A consagrada atriz que brilhou em sucessos como “Dancin’ Days”, “Roque Santeiro ,”Tieta” e “Vale Tudo” tomou um novo rumo longe dos holofotes. Após encantar o público com seu talento em “Meu Bem, Meu Mal”, em 1991, ela decidiu se dedicar aos estudos e se formou em Psicologia.
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Hoje, casada com Cássio Gabus Mendes, ela atua em seu consultório de psicologia em São Paulo. Mesmo com o carinho e a curiosidade dos fãs, a ex-atriz opta por uma vida mais reservada, fazendo raras aparições públicas ou concedendo entrevistas. Em 2020, Lídia surpreendeu a todos ao ser o rosto de uma campanha do Banco Santander, lembrando-nos de seu encanto e carisma inesquecíveis.
Íris Bruzzi – 1935 – Rio de Janeiro
Íris Bruzzi recebeu o título de primeira-dama do teatro Recreio. E não era para menos. A loira alcançou a fama como vedete nos shows de Carlos Machado, mas isso foi apenas o prólogo de uma carreira verdadeiramente estelar. A ex-vedete transcendeu os palcos e se consagrou como atriz, brilhando tanto nas telonas quanto nas telinhas.
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Em sua jornada, destacam-se produções icônicas como “Selva de Pedra”, “O Beijo do Vampiro” e “Belíssima”. Em boa forma e com saúde, mesmo com o passar dos anos, Íris não perdeu o rebolado. Ela continua encantando, adicionando à sua extensa lista de trabalhos a série “Shippados” e a série de comédia “Treme Treme”.
Laura Cardoso – 1927 – São Paulo
Com uma carreira que ultrapassa oito décadas, e com mais de 63 produções em seu currículo, o mínimo que podemos fazer é reconhecer a Laura Cardoso como uma das artistas mais talentosas da dramaturgia brasileira. A atriz – mesmo já tendo uma carreira marcada por papéis brilhantes – não pensa em se aposentar.
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Seu talento brilhou em inúmeras novelas que tocaram o coração de milhões de brasileiros. Alguns de seus sucessos mais recentes são “Boogie Oogie”, “Império”, “A Dona do Pedaço” e “Do Outro Lado do Paraíso”. Sua habilidade excepcional de se transformar em qualquer personagem, do cômico ao trágico, é testemunho do seu dom único. Laura é mais que uma atriz, é um tesouro nacional, uma fonte de inspiração e uma verdadeira lenda viva da televisão brasileira.
Bete Mendes – 1949 – Santos
A atriz tem uma carreira de mais de 40 anos como artista de novelas, séries e filmes, e tem em seu currículo projetos notáveis, como “Caras & Bocas”, a versão original, “Terra Nostra”, “Tempo de Amar”, “A Casa das Sete Mulheres”, “Flor do Caribe” e muito mais. Um de seus filmes mais famosos é “Brasília 18%”.
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Pouca gente sabe, mas Bete é muito mais do que apenas atriz. Após enfrentar e sentir na pele as torturas e perseguições da Ditadura Militar no Brasil, ela se tornou uma das fundadoras do Partido dos Trabalhadores e também atua como ativista pelos direitos humanos.
Maria Bethânia – 1946 – Santo Amaro
Ah, Maria Bethânia, essa estrela baiana com a alma bordada em poesia, nos faz suspirar desde a década de 70! Com cada nota que solta, Bethânia pinta o mundo com alegria e cor, transformando a realidade num quadro vivo de emoções. Suas músicas, recheadas de letras que exploram amor, vida e tempo, Bethânia é um ícone que atravessa gerações, mantendo-se relevante com seus cabelos grisalhos e voz inconfundível. Suas canções nos fazem refletir e, ao mesmo tempo, encontrar alegria nas pequenas coisas.
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Até hoje, continuando a tecer magia com suas canções, essa musa segue encantando corações por todo o Brasil, provando que talento não tem prazo de validade. É a prova viva de que algumas pessoas simplesmente não passam – elas se tornam eternas.
Joana Fomm – 1939 – Belo Horizonte
Com seu nome que ecoa pelas galerias da dramaturgia brasileira, inscreveu sua marca na história com personagens icônicos que transcenderam épocas. Quem poderia esquecer a beata Perpétua de “Tieta” ou a inesquecível Carmen Maura de “Vamp”? Essas personagens, vividas intensamente por Joana nos anos 90, não só definiram o auge de sua carreira, mas também se tornaram referências na teledramaturgia nacional.
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Apesar do brilhantismo e do talento indiscutível, Joana enfrenta desafios no cenário atual, lutando para encontrar novos papéis. Sua última grande participação foi em “Sob Pressão” em 2019, mostrando que, apesar das adversidades, sua paixão pela atuação permanece inabalável. Distante das câmeras, ela não cogita a aposentadoria, mantendo viva a chama de uma carreira repleta de contribuições memoráveis para a televisão brasileira.
Paula Lavigne – 1969 – Rio de Janeiro
Quem diria que Paula Lavigne, ns telinhas nos anos dourados da novela “Brega & Chique” e do cinema com “Lisbela e o Prisioneiro”, trocaria os holofotes pela cadeira de produtora? Sim, essa virada de mesa não é plot de novela, é a vida real! De atriz a empresária de sucesso, Paula não só produziu espetáculos para o seu grande amor, Caetano Veloso, mas também nos presenteou com o documentário “Narciso em Férias” em 2020. E tudo isso disponível na GloboPlay, para nossa alegria!
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Agora, longe das câmeras, mas nunca dos nossos corações, Paula Lavigne segue fazendo arte acontecer. E enquanto ela cria, nós nos deliciamos com suas produções, perguntando-nos: o que será que vem por aí? Com Paula, é claro, podemos esperar tudo, exceto o óbvio!
Mabel Velloso – 1934 – Santo Amaro
Mabel Velloso, ah, que dama! Enquanto os irmãos Caetano e Bethânia encantavam o Brasil com suas melodias, Mabel escolheu as palavras como seu palco, dedicando-se à literatura e ao ensino. Nascida em Santo Amaro da Purificação, essa baiana prova que o talento na família Veloso é como receita de bolo da vovó: passa de geração para geração. E, vamos combinar, ela não resistiu completamente ao charme da música, tendo algumas de suas composições gravadas pela filha e pela irmã.
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Os anos passam e Mabel continua a ser uma força da natureza, traduzindo amor em palavras e moldando mentes através da educação. Quem disse que só se faz história com notas musicais? Mabel faz com letras e palavras. E aí, já se deixou inspirar por essa estrela fora dos palcos hoje?
Nana Caymmi – 1941 – Rio de Janeiro
Nana Caymmi, ou melhor, Dinahir Tostes Caymmi para os mais formais, é aquela dose de açúcar com pitadas de pimenta na música brasileira. Desde os anos 60, Nana vem embalando amores e desamores, fazendo de suas canções verdadeiros hinos dos corações apaixonados. Nascida carioca, mas cidadã do mundo através de suas melodias, acredite, com mais de seis décadas de carreira, esta diva ainda tem fôlego de sobra para nos surpreender.
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Durante um tempo em que o mundo parecia parar, Nana Caymmi não ficou para trás. Lançou “Nana, Tom, Vinicius”, um álbum que é um verdadeiro abraço musical em tempos de distância. Com essa energia incansável, ela nos faz perguntar: se Nana Caymmi não pensa em parar, quem somos nós para desacelerar?
Toquinho – 1946 – São Paulo
Toquinho, o maestro das cordas e das palavras, tem o dom de fazer todo mundo cantarolar “Aquarela”, como se fosse a trilha sonora da vida. Em 55 anos de carreira, esse paulistano apaixonado pelo Rio transformou a música brasileira, criando hinos que todos nós sabemos de cor. Suas parcerias com Vinícius de Moraes são tão emblemáticas quanto o pôr do sol no Arpoador, inspirando amor e poesia em cada acorde.
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Em 2021, o artista levou o Grammy Latino, mostrando que sua arte continua vibrante e relevante. Com Toquinho, cada dia tem a promessa de ser mais colorido e alegre. E aí, preparado para adicionar um toque de “Aquarela” ao seu dia e deixar Toquinho desenhar um sorriso em seu rosto?
Astrud Gilberto – 1940 – Salvador
Astrud Gilberto, a voz que levou a Bossa Nova para além dos mares, encantou o mundo com clássicos como “Água de Beber” e “Garota de Ipanema”. Nascida em Salvador, essa diva transformou cada nota de Tom Jobim em poesia cantada, consolidando-se como uma das vozes femininas mais emblemáticas da música. Com um Grammy Award e um Grammy Latino no currículo, Astrud é mais que uma cantora; é uma lenda.
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Hoje, longe dos palcos, ela reside nos Estados Unidos, dedicando-se às artes plásticas com a mesma paixão que tinha pela música. Embora não esteja mais nos holofotes, seu legado ressoa eternamente. Quem sabe o que essa artista multifacetada nos reserva a seguir?
Paulo Jobim – 1950 – Rio de Janeiro
Paulo Jobim, uma figura emblemática da música brasileira, é o exemplo vivo de que a maçã não cai longe da árvore. Nascido no berço da bossa nova, filho de Antônio Carlos Jobim, ele se viu cercado por notas e harmonias desde cedo, dominando instrumentos como piano, saxotrompa, pistão, violão e flauta. Embora tenha flertado com a arquitetura, a música falou mais alto, levando-o a seguir os passos lendários de seu pai.
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Sua trajetória é repleta de colaborações estelares, incluindo parcerias com nomes como Milton Nascimento e Chico Buarque, e sucessos atemporais como “Falando de Amor” e “Canta, canta mais”. Além de seu legado musical, Paulo Jobim honra a memória de seu pai como um dos fundadores do Instituto Antônio Carlos Jobim, dedicando-se à preservação da rica herança cultural brasileira.
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